quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Santo André empata em Campinas

O campeonato Paulista da série A2 teve sequencia na sua segunda rodada ontem, com o jogo Red Bull x Santo André, em Campinas. O Red Bull é uma equipe criada e mantida pela Multinacional Austríaca, que começou suas atividades no Brasil a partir de 2007, através da empresa Brunoro Sport Business, para trabalhar com a formação de jogadores.

Lá fomos nós, na primeira viagem do ano para Campinas. Saímos por volta das 16h30 mas lamentavelmente chegamos em Campinas com o jogo começado. 

Sobre o jogo: o time de Campinas tentava impor o seu jogo, mas o time Andreense sempre muito bem postado na defesa conseguia neutralizar os ataques do Red Bull. Do lado Andreense, os ataques se concentravam pelo lado esquerdo, com o lateral Julio Cesar.

No lance de maior perigo da primeira etapa, a bola sobrou para Renato Peixe que chutou para uma ótima defesa do goleiro Juninho.

O time da casa levava muito perigo pelas laterais do campo. Para conter esses avanços, roberto Fonseca colocou Ramalho no lugar de Michael e Jean no lugar de Felipe Cordeiro. Mas mesmo com um domínio aparente, a única oportunidade clara de gol do Red Bull veio de uma cobrança de falta de Alan, que Saulo praticou uma ótima defesa.

Chico ainda entrou no lugar de Nunes, quebrando o lado esquerdo do ataque do time adversário. Jogando bem aberto, ele foi uma preocupação constante do lateral adversário e os ataques do Red Bul acabaram por aquele setor. Quando o jogo ia chegando ao seu final, o Red Bull cansou e o Santo André tomou conta das ações ofensivas, criando oportunidades para sair com a vitória, como um chute de Diogo Orlando após um pivô de Nunes ou uma falta cobrada por Renato Peixe que passou perto do gol de Juninho.

No final, o zero a zero acabou sendo um resultado bom para as intenções do Santo André, por ser um jogo fora de casa. A equipe Andreense segue na zona de classificação com quatro pontos ganhos em dois jogos, ao lado de Monte Azul, Mirassol, Marília e o próprio Red Bull. O campeonato é liderado pelo Velo Clube, com duas vitórias.

O técnico Roberto Fonseca falou sobre a partida: Foi um jogo que podemos destacar que eles (adversário) tiveram uma ligeira vantagem na posse de bola, enquanto nós tivemos as chances mais perigosas. Foi um confronto super equilibrado”

A próxima partida do Santo André será sábado no Bruno José Daniel contra o Marília, a partir das 16 horas.

Ficha Técnica:
Red Bull 0x0 Santo André

Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas.
Árbitro: Edson Reis Pavani Junior;
Assistentes: Marcio Jacob e Gustavo Chacon Moreno;
Quarto Árbitro: Cristiano De Lazzari;

Red Bull: Juninho; Ronaldo, Anderson Marques, Fabiano Eller e Romário; Andrade, Allan Dias (Mayaro) e Eder; Raul, Leandro Love (Bruno Paulo) e Henan (Leomir).
Técnico: Mauricio Barbieri.

Santo André: Saulo; Felipe Cordeiro (Jean), Jonas, Rayan e Julio Cesar; Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Renato Peixe e Michael (Ramalho); Nunes (Chico) e Müller Fernandes.
Técnico: Roberto Fonseca.

Marcelo Alves Bellotti

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SANTO ANDRÉ pronto para o jogo em campinas


Hoje a partir das 19 horas tem Red Bull x Santo André, direto do estádio Moises Lucarelli em Campinas. Para quem quiser acompanhar pelo rádio, o jogo será transmitido pela web radio Futebol Interior. A transmissão começa as 18:00 Hs. Para acessá-la, clique http://www.futebolinterior.com.br/radiofi/radio.php

Para a partida, o técnico Roberto Fonseca poderá contar com o retorno de Felipe Cordeiro para a lateral direita. A definição deverá acontecer somente momentos antes do jogo. No time adversário, a tendência é da escalação do mesmo time da estréia.

Prováveis Escalações:

Red Bull: Juninho; Ronaldo, Anderson Marques, Fabiano Eller e Romário; Andrade, Allan Dias, Eder e Raul; Leandro Love e Henan

Santo André: Saulo; Felipe Cordeiro, Jonas, Rayan e Alisson; Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Renato Peixe e Michael; Müller Fernandes e Nunes.

Marcelo Alves Bellotti

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ídolos do Futebol em Santo André: Luís Pereira

O futebol Andreense mostra histórias incríveis e personagens ilustres. Talvez um dos personagens mais ilustres do futebol brasileiro teve uma passagem por Santo André e deixou uma história a ser contada seja Luis Edmundo Pereira.

Luís Pereira É considerado o 37º (trigésimo sétimo) melhor jogador sul americano de futebol do século XX, pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), entre tais, o melhor zagueiro central do Brasil. O Zagueiro começou a sua carreira no São Bento e teve passagens por Palmeiras, Seleção Brasileira (copa de 1974), Portuguesa, Corinthians, entre outros, sempre teve uma ligação com o ABC, especialmente com o Esporte Clube Santo André. Em 1968 o Santo André FC estava prestes a contratar o atacante Fedato, que na época defendia o Nacional da capital. Segundo notícias do News Seller, o Palmeiras solicitou que o Santo André liberasse o atacante para que um zagueiro do São Bento, de nome Luis Chevrolet fosse contratado.

O apelido de Luís Chevrolet veio da época que era zagueiro da equipe do General Motors e morador de São Caetano do Sul. Conta-se que esse apelido também gerou o apelido do seu companheiro de zaga no Palmeiras, o Beto Fuscão. A ligação de Luis Pereira com o Santo André continua mesmo antes de ser contratado. O zagueiro participou ainda do primeiro jogo oficial do Estádio Municipal, que posteriormente viria ser chamado de Bruno José Daniel, em 14 de setembro de 1969, na oportunidade jogando pelo Palmeiras, que derrotou o Santo André pelo placar de 4 a 0.

Dezessete anos depois, Luisão Pereira, já com 36 anos foi apresentado como o novo reforço do Esporte Clube Santo André. O jogador chegou ao clube pelo então diretor de futebol Ivo Noal, destacado pela revista Placar como um poderoso banqueiro do jogo do bicho, que além de Luís Pereira trouxe os laterais Paulo e Wladimir, os pontas Pedrinho e Zezé, o meia Gérson e os centroavantes Gaucho e Edmilson. Luís Pereira se demonstrava alegre pelo fato de jogar em Santo André, destacando sempre a responsabilidade e comprometimento com a camisa do Ramalhão. A alegria vinha da possibilidade de visitar a mãe, que continuava morando em São Caetano e de rever os amigos da época que brilhava nas categorias amadoras do futebol no ABC.

Em Santo André, o zagueirão jogou 82 partidas em três temporadas no Campeonato Paulista, marcando 11 gols. Sua marca na passagem pelo Santo André foi o profissionalismo e a seriedade que demonstrou com a camisa Andreense. Em 1987, precisamente no dia 24 de abril, o santo André enfrentava o Palmeiras, uma partida que valia um "título" de campeão do primeiro turno do Paulistão. Como o Palmeiras não ganhava um título desde 1976 e vinha de uma tragédia recente, a perda do título paulista pela Inter um ano antes, o jogo se vestia de dramaticidade. A se julgar pela declaração insana do então presidente do Palmeiras, o Sr. Nelson Duque, que ao ver o Brunão lotado declarou "Culpa do santo André, que não topou levar o jogo para o Pacaembu".

O Palmeiras apresentava ainda o goleiro Zetti, que vinha de uma invencibilidade de treze partidas. Tudo parecia dar certo para o Palmeiras quando aos 18 minutos, o ponta esquerda Mauro fez um a zero. 

O jogo seguia nervoso, quando aos 36 minutos do segundo tempo a bola sobra para Luis Pereira encher as redes do goleiro Zetti, decretando a igualdade no placar. A revista Placar destacou sobre o gol marcado "O autor do chute que mandou o tabu para o espaço há tempos não comemorava com tanta emoção". O zagueirão destacou depois da partida: "Tenho a agradecer ao Santo André, que botou fé no taco do velhinho". Com relação à invencibilidade do goleiro palmeirense, Luisão destacou: "De qualquer forma, tirei um peso das costas de Zetti", declarou. O que ficou marcado até hoje na torcida Andreense é que todos sabiam da ligação forte existente entre Luís Pereira e a equipe do Palmeiras, mas mesmo assim o jogador teve o respeito para com a sua torcida e no momento do gol, comemorou muito sabendo da importância do feito para a sua torcida.

Outra história é contada pelo amigo Alexandre Bachega. Em 1986 o Santo André jogou contra o Mogi Mirim, no estádio de Mogi que na época chamava-se Vail Chaves. O time do Sapão tinha um ótimo centroavante, de nome Silvinho. Tanto que logo a dois minutos de jogo, ele marcou 1 a 0 pro Mogi. No intervalo, quando os jogadores se dirigiam para o vestiário, dona Tosca, torcedora símbolo da TUDA cobrou forte o zagueiro. No intervalo era possível perceber pela movimentação do vestiário, que a cobrança foi forte. Na volta, antes de começar o segundo tempo, Luís Pereira reuniu todos os jogadores. O resultado foi que em dez minutos o santo André já tinha virado o placar. O jogo terminou empatado em dois a dois, mas o que ficou foi a demonstração da liderança do zagueirão sobre o grupo.

Jogador que sempre dignificou sua carreira defendeu as cores do Ramalhão sempre demonstrando muita seriedade e profissionalismo. Sua ligação com o ABC ainda se deu em passagens por equipes amadoras como Barcelona, Cerâmica, General Motors e no profissional, o São Caetano e o EC São Bernardo.

Deixou o Santo André em 1988 e deixou o futebol profissional em 1997. 

Marcelo Alves Bellotti

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Santo André... um time diferente...

O Santo André estreou no Campeonato Paulista de 2014 dando mostras dentro e fora de campo de que quer mais do que somente participar do campeonato. Quer também marcar seu nome no futebol profissional e no coração dos Andreenses.

Foto: Esquadrão Andreense Facebook
Por parte da diretoria, na formação de um elenco competitivo, com a contratação de Carlos Arini que foi peça importante na montagem desse time que entrou em campo no último sábado. Com relação a Base, com a vinda de Fernandinho para comandar as categorias sub 11, sub 13 e sub 15, com o sub 17 e sub 20 nas mãos de Ari Mantovani. Essa tem sido a participação da diretoria, onde o objetivo é um time forte e a formação de uma categoria de base.

Mas esse time tem torcida. A festa nas arquibancadas proporcionada pela Fúria Andreense, Esquadrão Andreense e TUDA foi fantástico. Primeiro a mobilização antes do jogo, nas redes sociais chamando a participação dos torcedores Andreenses e quando o jogo começou, apoio a equipe do começo ao fim.

Mas as coisas não param por aí... o jogo também foi acompanhado pela Master Esporte, com a narração de Edu Bianchi (http://masteresporte.com/). O torcedor Rafael Furlan também faz a sua parte, divulgando a festa dos jgos do Santo André em seu blog Cenas Andreenses (http://cenasandreenses.wordpress.com/)

Foto: Esquadrão Andreense
Tudo isso para mostrar que o jogo do Ramalhão é realmente uma festa, um entretenimento para a família, um lugar para ver amigos, relembrar histórias e vibrar com um time que leva adiante o nome da cidade e o orgulho de ser andreense. São ações que poderiam ser conjuntas com a diretoria, que no momento parece mais focada em fazer investimentos na base visando equilibrar as finanças do clube a apoiar medidas como o sócio torcedor, que pode incentivar a participação do munícipe andreense.


A torcida Esquadrão Andreense ainda preparou uma tabela de jogos para que o torcedor possa carregar no bolso e se programar para assistir os jogos do seu time de coração.

Na porta do Estádio, o que já vem se tornando uma tradição, podemos ver o torcedor Mauricio Noznica, o Mau! distribuindo o seu Fanzine, que já chega s sua sexta edição, sempre nos jogos em casa, com detalhes sobre o time, sua história e seus ídolos, além de destacar o jogo.

Caso não seja possível ir ao Estádio, os torcedores Marcelo Bellotti e Alexandre Bachega desenvolveram um aplicativo para celular, onde é possível acompanhar passo a passo os jogos do Ramalhão em qualquer lugar do mundo, além de agrupar fotos, áudios e notícias sobre o time em um mesmo lugar (http://app.vc/santo_Andre).

A prefeitura não ficou para trás nesse "renascimento" Andreense. Conseguiu arrumar um ponto que sempre foi de extrema crítica de todos que é o gramado do Estádio Municipal Bruno José Daniel, tem um orçamento aprovado para terminar as cadeiras do lado oposto a arquibancada e tem um projeto de cobertura, iluminação e novos vestiários que dependem de liberação de verba com previsão de término até dezembro. Além de ter pintado as arquibancadas do estádio em azul e branco, que deu uma cara nova ao palco Andreense.

Todas as iniciativas são para fazer com que o Andreense retorne a seu estádio, que possa passar tardes agradáveis e torcer pelo time da sua cidade. 

São iniciativas isoladas, que não se comunicam entre si, mas que guardam em seu princípio a construção de um time de futebol que consiga unir a cidade, que possa fazer com que o Andreense sinta orgulho do Esporte Clube Santo André, que vá a campo e participe. Que grite e se emocione com as jogadas, com os gols, sabendo que ser campeão ou não faz parte do jogo. Mas que participe. Isso que fez do Santo André, um time diferenciado... a ação dos seus torcedores. É isso que juntos, mesmo em ações isoladas, estão reconstruindo! 

Marcelo Alves Bellotti

Histórias que o povo conta... O Cachetão do Santo André

Foto: Zezinho
Site Ramalhonautas
O ano era 1.982. O Santo André disputava pela primeira vez a divisão de elite do Campeonato Paulista, a revista Placar resolveu fazer uma reportagem interessante: acompanhar os ônibus das equipes a caminho do estádio.

A tarefa de cobrir o ônibus andreense coube a Fabio Rocco Sormani. O repórter acompanhou uma viagem da equipe andreense de São Bernardo do Campo até São José dos Campos e contou histórias interessantes.

Cada jogador tinha as suas manias e as maneiras de viajar. Por exemplo, o centroavante Zezinho seguia a viagem dormindo.

Vaguinho (ex Corinthians) fazia as suas palavras cruzadas e a cada dificuldade, perguntava uma palavra a alguém. Ricardo, lateral esquerdo, brincou: "É nisso que dá: analfabeto fazendo palavras cruzadas sempre enche o saco dos outros".

Foto: Placar Out. 1982
Mas a principal "diversão" da viagem era outra. No fundo do ônibus uma turma jogava cacheta em uma tábua com uma camisa por cima improvisada como mesa. O cachetão corria solto, as apostas giravam em torno de Cr$300,00 (trezentos cruzeiros, moeda vigente na época). O meia Marinho (ex Francana), diz que a aposta era apenas para motivar o pessoal. Quando o ônibus chega ao seu destino, o mais contente era Arnaldo, maior vencedor do Cachetão.

O jogo contra o São Jose? Rolou no dia seguinte, o time Andreense perdeu por 4 a 0. Na viagem de volta, óbvio, não rolaram apostas. Nem bricadeiras. Apenas o silêncio.

Marcelo Alves Bellotti

sábado, 25 de janeiro de 2014

Santo André 2x0 Guaratinguetá! E foi pouco...

O Santo André iniciou a sua caminhada na série A2 do Paulistão 2014 com uma boa vitória nessa manhã de sábado, dia 25 de Janeiro. Em um jogo antecipado para atender aos interesses da transmissão pela TV, o Ramalhão superou as expectativas e com um bom futebol, bateu a equipe do Vale do Paraíba com certa tranquilidade.

A equipe Andreense começou o jogo já tentando ficar o maior tempo com a posse de bola. Marcando a saída de bola do adversário, aos poucos foi tomando conta da situação. As chances foram surgindo com boas jogadas criadas por Renato Peixe e principalmente por Michael. 

Não demorou muito para que Muller marcasse o primeiro gol do Ramalhão do ano. Após uma boa jogada do ataque, a bola sobrou limpa para o camisa 11 abrisse o placar. Mesmo com o resultado a seu favor, o time continuou no ataque buscando o segundo gol. 

No segundo tempo, o panorama da partida não se alterou. Aos 13 minutos, Nunes lançou Muller, livre na frente do goleirio. Ao tentar driblar o goleiro do Guará, o atacante Andreense foi derrubado. Pênalti que resultou na expulsão do goleiro. Na cobrança, Nunes fez dois a zero para o Ramalhão.



Depois do segundo gol, o time de Roberto Fernandes tirou o pé... O treinador ainda colocou Elvis no lugar de Michael, que entrou mostrando a mesma eficiência. Logo depois colocou Ramalho no lugar de Renato Peixe. Ramalho entrou com muita vontade e deu mais dinâmica no lado esquerdo do ataque Andreense.

No fim do jogo, saiu Muller para a entrada de Chico, que pouco fez. O treinador saiu satisfeito com o desempenho da equipe no primeiro jogo:  “Destaco o empenho de todos, pois a montagem tática que trabalhamos foi executada fielmente. Estreia em casa possui sempre um peso maior, mas fizemos o nosso papel”.

A partida foi acompanhada por apenas 985 pagantes que proporcionaram a arrecadação de R$10.730,00. Muito pouco para a qualidade do espetáculo, mas explicável pelo horário do jogo.

A próxima partida do Ramalhão será na quarta-feira dia 29/01/2014 as 19 horas no Moisés Lucarelli contra o Red Bull. Torcedor, acompanhe o time da sua cidade!!!

Ficha técnica:
Santo André 2 x 0 Guaratinguetá
Local: Bruno José Daniel, Santo André;
Árbitro: Kleber Canto dos Santos;
Assistentes: Sergio Cardoso dos Santos e Bruno Bonani Munhoz;
Público pagante: 985.
Renda: 10.730,00.

Santo André: Saulo; Jean, Jonas, Rayan e Alisson; Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Renato Peixe (Ramalho) e Michael (Elvis); Müller Fernandes (Chico) e Nunes.
Técnico: Roberto Fonseca.

Guaratinguetá: Carlos Luna; Serginho, Rocha(Gisiel), Alan Kardec e Leandro;Julio Cesar, Leonardo, Miltinho(Wighork) e Dewide; Ginei(Thiago) e Andre Leonel  
Técnico: João Marçal.

Gols: Müller Fernandes, aos 33 do 1º; e Nunes, aos 13 do 2º.

Marcelo Alves Bellotti

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Tudo pronto para a estréia do Ramalhão!

O Santo André está pronto para a sua estréia no Paulistão 2013 amanhã a partir das dez horas da manhã no Estádio Municipal Bruno José Daniel. O time segue seu ritmo de treinamentos e fez uma boa pré temporada em Jacutinga. Nesta sexta, o Ramalhão faz o seu último trabalho antes da partida de sábado e, novamente, no centro de treinamento do Audax, pela manhã.

Com um elenco repleto de jogadores identificados com o clube, seja por passagens vitoriosas ou por serem formados na base Andreense, o time espera cair nas graças da torcida. O atacante Chico, revelado pela base do Ramalhão em 2010 falou sobre a importância de contar no grupo com atletas identificados com o time: “Acho que pode ajudar em muito, pois alguns, inclusive, fizeram história aqui. Eu passei rápido pela base, mas hoje estou no profissional e quero honrar essa camisa”

Já do lado do Guaratinguetá, o time está sendo remontado. O time fechou o ano de 2013 à venda e foi negociado para o seu antigo dono, o senhor Mario Augusto Nunes, o Marinho. Essa negociação garantiu a permanência do time na cidade de Guaratinguetá.

O time foi montado do zero. O técnico João Francisco Marçal teve apenas 13 dias para trabalhar e nesse período o time disputou quatro jogos treino, com três derrotas e um empate.

No Ramalhão a única dúvida é sobre a utilização ou não do atacante Nunes. Apesar de ter sua pena convertida em multa, seu nome não consta no Registro da FPF e ele pode desfalcar o Ramalhão na partida de amanhã. 

Foto: Esquadrão Andreense
O gramado do Estádio Municipal ficou pronto, a arquibancada foi toda pintada de azul e branco e dará o tom da mudança para o ano de 2014 no Ramalhão. A expectativa é de um bom público, apesar do horário imprórpio das dez da manhã.

A partida será arbitrada por Kleber Canto dos Santos. Os ingressos estão a venda na sede do clube, localizada na Rua dos Ramalhões 126, das 8h as 17h. Os preços são R$20,00 e meia entrada R$10,00.

Para sócios do EC Santo André e das torcidas Esquadrão, Fúria  e Tuda, o ingresso sai por R$ 10 ao apresentarem a carteirinha de sócio junto com o documento de identificação. Estudantes com carteirinha da instituição de ensino junto com a apresentação do documento de identificação, também pagam R$ 10. Pessoas acima de 60 anos e crianças de até 12 anos, acompanhadas por responsável e com documentos de identificação, não pagam. Esses ingressos são entregues no portão de entrada para os torcedores.

Com os times prontos, as prováveis escalações serão:

SANTO ANDRÉ Saulo; Gian, Júnior Paulista, Rayan e Alisson; Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Renato Peixe e Michael; Nunes (Vandinho) e Muller Fernandes.

GUARATINGUETA: Carlos Luna, Serginho, Alan Kardek, Rocha e Maxwell; Júlio César, Nei, Miltinho e Dewide; Léo Mineiro e André Leonel.

Marcelo Alves Bellotti